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A idéia do jornal, surgiu em conversa informal entre acadêmicos do 4º período do curso de Turismo do UniCeuma, no ano de 2002, por iniciativa deste editor, que sentiu a necessidade de um informativo que retratasse as potencialidades do Maranhão.
Assim sendo, a parceria de alguns colegas: Adefran Pacheco, Naiara Faria, Camilla Hilluy, Rodrigo Feres, e logo depois juntou-se ao grupo, Giselle Maciel, Gwinity Marinho, Otávia Melo foi importante para a concretização desse sonho. Com a idéia do jornal, buscou-se embasamento teórico nos alunos do curso de comunicação da instituição, entre eles Darlane Assis, Adriana Sá, Rodrigo. Desta forma, ficou definido que a proposta principal do jornal seria a exposição dos atrativos do Estado do Maranhão, por meio de reportagens e entrevistas que revelariam o potencial turístico existentes no Estado. O primeiro protótipo do Jornal foi feito com o nome de "O Tour", palavra originaria do Francês, mas devido aos muitos questionamentos do idealizador do jornal, que sempre combateu o estrangeirismo na língua, e logo foi alertado por Luciana Lago, o nome estava em desacordo com a proposta do Jornal. Com tudo quase encaminhado faltava o nome do Jornal, que deveria retratar a cultura maranhense. O nome surgiu em uma reunião na casa de uma colega de turma (Naiara Faria), na ocasião diversos nomes foram cogitados, sendo escolhido Cazumbá por ser uma figura significativa do folclore maranhense, tratando-se de um personagem do Bumba Meu-Boi que transmite magia, alegria e irreverência. E com estas características nasceu o Jornal Cazumbá – A magia da notícia. A idéia se transformou em realidade à medida que tomou consistência, buscando-se subsidiar, através de pesquisas, os assuntos que seriam divulgados na primeira edição, sendo a matéria de chamada: "SÃO LUIS: UM ENCANTO A CADA CANTO". Diagramado num sábado na redação do Jornal Pequeno, com participação de todo grupo, com sugestões e textos. O primeiro número do Jornal Cazumbá, teve 500 exemplares, foi impresso na Unigraf, com cores vibrantes e uma linguagem bem direcionada buscando representar os atrativos e encantos da temática principal o Maranhão. Daí para a segunda edição foi um grande passo, pois, tinha-se um formato, uma identidade e muitas idéias. Na segunda edição a chamada foi: MARANHAO: ABENÇOADO POR DEUS E BONITO POR... Onde a sustentabilidade, o meio ambiente e a cidade surgiam como matéria obrigatória. Veio a terceira, quarta, quinta, a décima, a trigésima oitava edição, deste que é e continuará sendo um referencial do informativo turístico do Estado, na qual tivemos várias experiências dentre as quais o Congresso Brasileiro de Turismo em Recife, onde foram distribuídos cerca de sete mil exemplares da quarta edição. As feiras e congressos diversos realizados em nossa capital, onde pessoas de diversos lugares de nosso Brasil e mundo receberam e leram o Cazumbá. Não se poderia deixar de ressaltar a importância das parcerias que teve início com a própria Instituição de Ensino a UniCeuma, nas pessoas da professora Mônica Araújo e depois Fabiana Lobato Coordenadoras do Curso de turismo, a Coordenação Geral de Graduação, a Pró-Reitoria Acadêmica, na pessoa do Professor Jorge Creso, que propiciou apoio incondicional, acreditando no trabalho da equipe. Não esquecendo que também tivemos a participação da Secretaria de Turismo do Município de São Luis e os colegas de Classe e parceiros da turma de Jornalismo. Juntou-se ao grupo o já Turismólogo Antonio Noberto e tantos outros que chegaram depois que tanto contribuíram para a execução do Jornal Cazumbá. Durante os cinco anos de existência do Jornal Cazumbá, muitas trilhas e estradas foram percorridas, todas as regiões do estado foram visitadas, mais de 35 cidades foram retratadas em matérias, muitos nomes anônimos e conhecidos foram entrevistados e historiados, lendas, histórias e estórias foram descritas nas páginas do Jornal Cazumbá. Durante todo esse tempo, procurou-se dar uma estrutura que viabiliza a publicação e exposição positiva das matérias desde primeira edição, no primeiro ano de existência do Jornal, funcionou nas dependências do Uniceuma, campus I, Renascença, a partir do segundo ano, funcionou na casa do idealizador e desde 2005, a redação funciona na Cohama. Durante a existência do Jornal, alterações foram feitas, sempre buscando a melhoria e qualidade ao Jornal, que deixou de ser bimestral, sendo mensal, incorporando uma linguagem profissional, para isso alguns jornalistas vieram a somar com o periódico, entre os quais, Inara Rodrigues, Maria Regina Telles e Yndara Vasques, que deram uma nova dinâmica ao Jornal. O Cazumbá é uma realidade que transpôs os limites geográficos, passando a ser conhecido em outros Estados que poderam ter acesso a um material que retratasse a beleza dessa cidade, bem como todo Estado do Maranhão. Hoje, o jornal é disponível na rede mundial de computadores, com sua home page, mostrando ao mundo os atrativos do Maranhão, assim como um blog para interagir com os leitores do Jornal Cazumbá.
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